O Cineclube de Economia tem para oferecer 20 convites duplos para a sessão "ONDE BATE O SOL" de Joaquim Pinto, Domingo às 19h30 nos Cinemas Medeia Cidade do Porto (Shopping Bom Sucesso, à Rotunda da Boavista).
Por favor enviem um email com o vosso nome e contacto telefónico para cineclubefep@fep.up.pt; os primeiros 20 emails receberão os bilhetes.
Os nossos desejos de bons filmes (e bom Natal!)
18 dezembro 2009
16 dezembro 2009
Para não ficarem desidratados de cinema
O II Ciclo do Cineclube de Economia chegou hoje ao fim. Obrigado a todos os que foram às sessões este semestre. Voltamos em Fevereiro com mais filmes.
Aqui poderão acompanhar as sessões que se vão organizando no Porto e arredores, para minorar as saudades que certamente terão de nós nos próximos dois meses. Bom Natal!
Aqui poderão acompanhar as sessões que se vão organizando no Porto e arredores, para minorar as saudades que certamente terão de nós nos próximos dois meses. Bom Natal!
12 dezembro 2009
11 dezembro 2009
20 novembro 2009
19 novembro 2009
10 novembro 2009
Laputa: Castle in the sky

Desde as primeiras cenas que fica claro o virtuosismo visual do criador, e o alto nível estético: música e imagem combinam-se para momentos de impressionado silêncio na sala. Em auxílio deles vem um domínio dos ritmos narrativos impecável. O filme respira: inspira em cenas de acção bem esgalhadas, e expira em momentos pacíficos e de harmonia entre as personagens e o ambiente (a felicidade dos protagonistas quando alcançam Laputa transborda do ecrã). A destreza no controlo da velocidade da narrativa é uma segurança contra o aborrecimento, a riqueza visual (e musical) é uma garantia de admiração.
Do outro filme do realizador que vi, A Princesa Mononoke, à parte da impressão forte de ecologismo, não me lembrava de nada. A minha fraca memória foi suficiente para não me surpreender: todas as personagens boas, nobres, de Laputa vivem em harmonia com a natureza na sua vida humilde numa pequena aldeia de mineiros encravada na montanha. Os maus, os corruptos, estão rodeados de tecnologia e têm qualquer coisinha de Gestapo*. Um atalho simples para descodificar as personagens do filme de Miyazaki é sobrepor um espectro moral ao tecnológico: num extremo os humildes mineiros pré-industriais, no outro os facínoras que voam em fortalezas; no centro os piratas, que abandonam a caça aos protagonistas para os ajudarem: apesar de terem um veículo voador, é feito de pano, e nem sequer sobrevive ao filme. Pelo antibelicismo e ecologismo (menos evidente do que em Mononoke), pela condenação da ganância e ambição, pela associação entre o mal e a tecnologia, Laputa é um filme hippie. Tal como os hippies não vai mudar o mundo e causa boa disposição, mas distingue-se deles por não cheirar mal.
*Miyazaki é exímio no saque de um imaginário comum para a criação do mundo alternativo: as minas, as máquinas a vapor e os comboios, que identificamos como artefactos da Revolução Industrial, convivem com castelos e navios à vela ainda mais velhos e armas e helicópteros, que nunca tendo existido, todos conhecemos de outras fantasias.
09 novembro 2009
05 novembro 2009
Movimento pelo Cineclube do Porto
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Pela reactivação desta nobre instituição cultural da cidade, por favor ASSINE O NOSSO MANIFESTO.
Obrigado.
movimentocineclubedoporto.blogspot.com
Pela reactivação desta nobre instituição cultural da cidade, por favor ASSINE O NOSSO MANIFESTO.
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movimentocineclubedoporto.blogspot.com
04 novembro 2009
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